Perola

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O amor verdadeiro é como uma peróla. "Rara e cultivada após anos e anos e anos e anos e anos..."

Por isso que tanto admiro os velhinhos que vejo e observo nas praças. Não todos, apenas alguns que transmitem no rosto; o amor que ainda sentem um pelo outro.

Quero uma velhice assim...meio que acostumada a amar e a ser amada.




3 comentários:

Kaio Borges disse...

Dois velinhos sentavam todos os dias na praça para tomar banho de sol.
Numa destas manhãs, a senhora do casal, desferiu um golpe com todas as forças que pode na barriga daquele senhor. Ele envergou-se de dor. Suspirou! Aguentou a dor e quando o folego permitiu quis saber:

- Qual a motivação desta sua violência querida? Estamos juntos todos estes anos, e agora, você resolve me bater?

- Pelo pessimo sexo que me deu durante todos estes anos.

De imediato, recebeu um violento soco no estomago. Depois de rolar de dor, e suspirar quis saber:

- E Você me bateu porque?

- Por você saber a diferença entre o bom, o ruim e o péssimo!

Fernanda disse...

É lindo de se ver mesmo, Beth; fico maravilhada a observar esses raros casais. Um dia, muito distante, rsssss...também quero viver assim.
Bom fim semana!
Bjo

Ela disse...

Primeiro lhe dizer que adorei o teu espaço.
Temos autores em comum, isto demonstra alguma afinidade.

E eu? Quero um velhinho bem faceiro do meu lado, para acompanhar o ritmo que eu pretendo ter até lá.

abraços

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Se você não consegue entender o meu silêncio de nada irá adiantar as palavras, pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos.
(Oscar Wilde)